Planeta Plantae

Artigos relacionados:

Parte 1 de 7 - Introdução

Ao longo dos milhares de anos de evolução, as plantas desenvolveram as mais diversas estruturas especializadas para as suas funções biológicas, onde a flor representa um grande salto que permitiu a completa povoação destes seres pelo planeta.

Plantas que se diferenciam por sexo, são classificadas como dioicas. No entanto, a maior parte das espécies conhecidas possuem ambos os sexos no mesmo indivíduo, e na mesma flor! Essas são as plantas monoicas.

A animação que elaboramos com muito carinho, mostra resumidamente os mecanismos da dupla fecundação nas plantas angiospermas (aquelas que produzem sementes).

Interessante acrescentar que mencionamos a formação de um fruto verdadeiro, que corresponde ao engrossamento da parede do ovário. Entretanto, existem os pseudofrutos, que são formados pelo engrossamento de tecidos adjacentes a flor, como o pedúnculo, que a sustenta.

A goiaba é um exemplo de fruto verdadeiro, pois resulta do desenvolvimento do ovário, já a maçã é um pseudofruto (ou fruto falso), que se forma a partir da base da flor.

Os embriões permanecem vivos por alguns meses alimentando-se do albúmen, também chamado de endosperma. Quando ele é submetido a temperatura e umidade adequadas, hormônios o “avisam” que é hora de germinar.

 

Vale lembrar, que todo o processo descrito no vídeo, envolve etapas mais complexas e estruturas que foram deliberadamente omitidas, pois, para uma percepção geral desse lindo mecanismo, não seriam necessárias nesta breve explicação, e apenas a tornariam demasiadamente longa.

Nosso objetivo e mostrar um pouco da beleza que há, mesmo em estruturas tão pequenas e frágeis; o que nos leva a compreensão do respeito que devemos.

A vida se manifesta de muitas formas, e todas possuem o mesmo valor. Todos fomos criados pela mesma força, vivemos sobre o mesmo solo, e sob o mesmo Sol.

Logotipo simplificado Planeta Plantae
Bibliografia

Fontes de pesquisa:

  1. Livro Elementos Básicos da Botânica: Introdução ao estudo da botânica, de Felix Rawitscher, 4ª edição, revisada por Bernardo Beiguelman.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *